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Por: Vena Comunicação

“Inevitavelmente” ganha um clipe já disponível no canal da banda Maneva no YouTube

“Os corpos são apenas uma fração de quem nós somos... Pulso, suor, tecido, nervo, carne. Estamos programados pra tocar, investigar até que acertemos.” (Ian Belisário)

“Caleidoscópico”, nome emblemático que nasceu a partir dos movimentos, formas e cores diferentes projetados pelo olhar do caleidoscópio. Por trás do nome, o conceito sobre as mil maneiras distintas de enxergar a música, os sentimentos e as pessoas. A aceitação em meio a infinitas possibilidades.

No lançamento da terceira parte de “Caleidoscópico”, álbum que celebra os 15 anos do MANEVA, fruto da união com a GTS, a Universal Music e a Base 4, com produção musical assinada por Daniel Ganjaman, os artistas fazem um convite à importante e necessária reflexão sobre o autoconhecimento, a autoaceitação e o amor-próprio em “Inevitavelmente”, poesia escrita por Deko, Diego Andrade, Gabriel Elias e Tales de Polli. Ouça e baixe aqui: https://umusicbrazil.lnk.to/CaleidoscopicoEP3 .

“Essa música é um presente desse amigo, esse cara generoso e humilde que é o Deko. Estávamos no estúdio produzindo a faixa que, até então, faria parte do disco dele. Mas o Deko é incrível! Na hora teve um insight e disse que ‘Inevitavelmente’ nasceu para ser do MANEVA. Ela é uma canção diferente, fala do destino e que ele, a todo instante, aponta para direção certa, aquilo que nascemos para ser e viver, exatamente o que aconteceu com o Deko, MANEVA e essa canção. Convidamos a Belinha para trazer esse olhar e retratar essa mensagem”, explica Tales de Polli, vocalista do MANEVA.

‘Inevitavelmente é impossível evitar a gente’ foi a frase que inspirou Belinha Lopes e Doug Martins para escrever o roteiro do vídeo. “É impossível evitar a nós mesmos e o filme fala sobre essa descoberta. A construção da narrativa dos personagens reais começa no conflito. Ao longo das cenas, vão se descobrindo, se reconhecendo, se aceitando e se amando. E, no final, a libertação”, fala Belinha Lopes, diretora.

Para contar a história de “Inevitavelmente”, personagens reais foram priorizados, como o artista Ian Belisário. “Nossos corpos são apenas uma fração de quem nós somos. As pessoas não precisam se conter de quem elas são, dos seus desejos, de tudo aquilo que é humano. Sentir é humano! O autoconhecimento é um processo totalmente necessário. A autoaceitação também. O entendimento é que cada corpo é um corpo, cada pessoa é uma pessoa e existem várias formas. Aceitar a gente e aceitar o outro é fundamental para o nosso amor-próprio”, considera ele, que dividiu as cenas com as atrizes Rhaiany Soares e Mariana Palombo.

Além de “Inevitavelmente”, a terceira parte de “Caleidoscópico” traz mais duas canções inéditas. “Passa o dia” traz na composição o encontro de Diego Andrade, percussionista do MANEVA, e Tales de Polli, vocalista. “O que tiver que ser, será” tem a participação especial do cantor e compositor, Di Ferrero. “Di tem o nosso respeito e admiração. A história profissional dele, de certa forma, também reflete a alma de ‘Caleidoscópico’, já que ao longo do tempo se permitiu a tantas mudanças e viveu cada uma delas com intensidade e verdade. ‘O que tiver que ser, será’ retrata a necessidade de deixarmos a vida fluir, sem criar expectativas, respeitando e vivendo o hoje”, esclarece Tales.

“Essa música me faz pensar de como não precisamos forçar nenhuma situação e, mesmo que a gente planeje algo, tudo pode mudar, não está muito na nossa mão. A letra da música me passou essa mensagem, além da calma, devido à batida do reggae. Gostei muito de como ela foi dividida com o Tales e, depois, nós dois juntos. Ficou bem legal”, encerra Di Ferrero.

 

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